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BioWare popularizou companheiros românticos; o debate sobre sua necessidade continua
A coluna Dungeon Master do PC Gamer examina se os RPGs precisam de companheiros românticos e conclui que o recurso é influente, mas não essencial. A BioWare codificou romances entre companheiros a partir de Baldur's Gate 2 e os usou em Dragon Age e Mass Effect para moldar a história e o desenvolvimento dos personagens. A matéria observa que a proeminência dos romances tornou mais perceptível sua ausência em jogos modernos e levou até títulos não‑RPG a tratar de opções românticas.
- A BioWare popularizou companheiros românticos começando por Baldur's Gate 2, criando um modelo seguido por muitos RPGs.
- Dragon Age usa um possível relacionamento entre o Grey Warden e Morrigan para afetar a narrativa geral da série e revelar o caráter fechado de Morrigan.
- O romance de Mass Effect com Liara começa desconfortável devido à biologia asari, mas se desenvolve ao longo da série, mostrando como relações com companheiros podem evoluir.
- A expectativa de romance nos jogos cresceu tanto que até títulos não‑RPG, como Star Wars: Zero Company, enfrentam a questão de se os jogadores podem buscar relacionamentos dentro do jogo.